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ANGOLA SUBSCREVE A CARTA DE PROTESTO CONTRA MEDIDAS DO G7 SOBRE RASTREAMENTO DE DIAMANTES AFRICANOS

Os produtores africanos de diamantes, que inclui Angola e liderado pelo Botswana, querem que UE e G7 revejam seu sistema de rastreamento e certificação de diamantes.

Face às exigências das sete potências mundiais de que todos os diamantes devem ter certificado de origem emitido em Antuérpia (Bélgica) os produtores africanos de diamantes, liderado por Botswana, contestaram junto do G7 contra a medida de certificação de diamantes.

A iniciativa que exige de que os diamantes devem ter certificado de origem emitido em Antuérpia, Bélgica, tem como objectivo, segundo o G7 e UE, impedir que diamantes produzidos pela Rússia entrem nos mercados globais.

Pelo que parece, segundo o presidente do Botswana, os países africanos produtores de diamantes não foram consultados pelo G7 antes das medidas serem introduzidas em Março. Mokgweetsi Masisi entende que o mecanismo de rastreamento do G7 é um “fardo injusto para os produtores africanos de diamantes”.

Por isso, seu governo foi o autor de uma carta, depois partilhada com outros países africanos produtores de diamantes, como Angola e Namíbia, para sua aprovação e enviada aos países membros do G7, nomeadamente Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos

Na carta, enviada ao Centro Mundial de Diamantes de Antuérpia, os produtores manifestam preocupações sobre os atrasos aduaneiros no comércio de diamantes desde que o G7 introduziu as medidas de rastreabilidade.

"Escrevemos uma carta, redigimos a carta principal, partilhámo-la com outros países produtores nomeadamente Namíbia e Angola e pedimos-lhes que fossem co-signatários, e com pequenas alterações, todos nós co-assinamos e enviamos ao G7 e não tivemos uma resposta”, disse o presidente do Botswana.

Até agora, diz o governante, o G7 continua a efectuar consultas, mas só que “os requisitos entraram em vigor e, felizmente, o Conselho Mundial de Diamantes também protestou porque houve sérias perturbações no fluxo do comércio de diamantes e implicações de custos e atrasos”, descreveu.

Com essas medidas "eles estavam essencialmente a regulamentar completamente a nossa indústria sem a nossa participação”, considerou Masisi.

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